Gráfico de João Miranda. Do mesmo autor, ver também “No spending without taxation”
Jornal de Negócios O analista Marc Faber, célebre por ter previsto o “crash” bolsista de 1987, acha que a maioria dos países europeus devia ser considerado “lixo”. E diz que o corte de França foi insuficiente (…) pois não reflecte as contínuas tensões sistémicas da economia do país. Segundo Faber, a qualidade do crédito soberano [...]
Segundo o WSJ hoje, pela primeira vez, os licitantes num leilão de dívida alemã aceitaram receber menos no futuro do que irão pagar agora. “…for some investors, the return of their capital is clearly still far more important than the return on their capital. And Germany is probably benefitting as the pool of top-quality short-term bills has been sharply diminished as the euro-zone crisis has deepened and as ratings downgrades have kicked in.” (via Ricardo Arroja)
The majority of Germans, 60%, believe the common European currency was a bad idea, according to a poll in Focus magazine.
A chanceler alemã Angela Merkel disse nesta manhã de sexta-feira, no Parlamento alemão, que a Europa está prestes a criar uma união orçamental, depois de na quinta-feira ter discutido com o Presidente francês formas de “refundar” a Europa. E ainda nos vão perguntar qualquer coisa (tipo: querem ou não querem?) ou já decidiram por nós?
A propósito da emissão falhada de dívida alemã, o Alphaville e o Ricardo Arroja avançam com uma interessante explicação alternativa. Lembram-se disto e disto? ADENDA; No Zero Hedge discordam desta teoria e voltam a insistir na tese da falta de compradores: “Here is the bottom line: “failed” Bund auctions, in which the Buba (Bundesbank or the German [...]
As recentissimas dificuldades sentidas pela Alemanha na colocação de dívida pública só um sinal que o “núcleo duro” do euro não tem livre acesso aos mercados e não são imunes ao risco. Podem haver quem ache que isto obrigará a Alemanha aceitar as eurobonds. Dificilmente. Como poderá um país com dificuldades na colocação da própria dívida ser [...]
O Financial Times Deustchland aparece hoje com o preço em DEM (marcos alemães)
No Lex do Financial Times (minha tradução) Portugal despediçóu a sua década na zona euro. A economia registou um pequeno aumento no crescimento antes da adesão, graças às reformas necessárias para assegurar que Lisboa se qualificava como membro. No entanto, entre 2001 e 2007 a economia cresceu apenas 1.1% ao ano, de acordo com a [...]