Afinal de contas, parece que quem obrigou José Sócrates a encarar a realidade do país e a pedir ajuda externa foram Mário Soares e Teixeira dos Santos.
A directora do Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou nesta quarta-feira que a sua decisão sobre o empréstimo da instituição à Grécia depende do resultado do referendo que Atenas pretende lançar sobre o plano anti-crise da zona euro.
Como escreve Arnold Kling, a crítica não supreende mas é sintomático que esteja a sair dos meios libertários e seja partilhada por economistas mainstream como Amar Bhide e Edmund Phelps (Nobel da Economia em 2006): More Harm Than Good – How the IMF’s business model sabotages properly functioning capitalism. “The Greek debacle and the North [...]
“The ECB’s Three Mistakes in the Greek Debt Crisis” de Jeff Frankels By now just about everybody agrees that the European bailout of Greece has failed: The debt will have to be restructured. As has been evident for well over a year, it is not possible to think of a plausible combination of Greek budget [...]
Pois é. Afinal de contas quem é que anda a enganar quem?
Juro do empréstimo europeu a Portugal será “acima de 5,5 Pedro Pita Barros: “punishment phase ? make an example out of this small country to avoid larger ones getting into the same troubles. Seems the more plausible explanation to me. But then it should be clearly stated, to avoid misinterpretations about the risk of the [...]
Francisco Assis tinha pedido para “não entrarmos em euforia” após a comunicação em Primeiro-Ministro preferiu dizer ao páis o que não continha o acordo com a “troika”. Com excepção de alguns “abrantes” já naturalmente excitados, os portugueses terão feito a vontade a Assis. Especialmente após saberem as medidas previstas no acordo. Parece que nos restantes paísses membros [...]
Mais uma vez todos os contribuintes vão ser chamados a pagar durante longos e penosos anos o laxismo orçamental do governo e desregramento dos bancos nacionais. Os credores internacionais que durante anos alimentaram esta irresponsabilidade não só não serão penalizados como serão os principais beneficiários deste plano.
O homem forte do Fundo Monetário Internacional [Poul Thomsen ] diz que o programa de ajuda a Portugal é diferente do PEC 4 porque vai mais longe em quase todos os aspectos. É mais abrangente e obriga a mais reformas estruturais
O ilustre deputado Saldanha Galamba tenta aqui descodificar o seu primeiro post. Recorda-me o famoso Tino de Rans e até um simples plebeu consegue rebater a argumentação em poucas linhas. Ora vamos lá ver. As medidas dos PEC IV (ou mesmo as que constam do memorando da troika – e ao contrário do que afirma [...]