Intervenção de Adolfo Mesquita Nunes na Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública acerca da execução orçamental do primeiro semestre de 2011
O comandante-geral da GNR afirmou hoje que a Guarda está “nos limites”, mas a “componente operacional” não está a ser afectada por cortes orçamentais, existindo um atraso de “liquidez” que obrigou a adiar pagamentos à Segurança Social e IRS. Como fica (mais uma vez provado), a ajuda financeira é completamente desnecssária. Também gostava de saber [...]
Governo congela investimento para controlar despesa …e faço notar que continuamos sem cortar na despesa corrente. Mas comprêendo que com eleições a disputar proximamente não seja conveniente irritar os interesses instalados. Nas outras alturas se calhar também não.
No seguimento deste fantástico post do ilustre deputado e ardente patriota Saldanha Galamba é conveniente ler a entrevista a Ricardo Ferreira Reis do observatório das Parcerias Público-Privadas Que comentário faz à decisão das autoridades estatísticas europeias de forçar a alteração na forma como são contabilizados nas contas públicas os investimentos realizados utilizando o modelo PPP? [...]
Segundo a lógica do ilustre deputado e ardente patriota Saldanha Galamba o estado pode enterrar-se em dívidas desde que não que que estas não entrem nas contas públicas. A seguir irá explicar-nos que apesar das inúmeras rupturas de tesouraria a execução orçamental avança em bom ritmo. A sério. Percebe-se perfeitamente o temor dos socialistas com [...]
Agora são mais 500 milhões de euros. A juntar aos 5.3 mil milhões.
A CGD já emprestou ao BPN cerca de 5,3 mil milhões de euros, linhas que o BPN substituiu no final de 2010, com a emissão de papel comercial com garantia do Estado Leram bem: “com garantia do Estado”. (para além disso a CGD é detida na totalidade pelo estado pelo que a garantia é de [...]
Vieira da Silva em mais um exercício de malabarismo político “Não há despesa oculta nas contas públicas portuguesas”, declarou ontem o governante, que falava aos jornalistas no Ministério da Economia, em Lisboa.” Claro que não. Estes mil milhões de euros estavam perfeitamente reflectidos nas contas nacionais. Em exercícios futuros. Nem se estava a querer passar [...]
Ainda não vai ser última revisão do défice de 2010. É perfeitamente natural o terror que uma auditoria externa às contas públicas inspira nos fieis sócraticos.
O défice em 2010 foi 6.9%. A diferença para os 9.1% é culpa do FMI. E do PSD.