Avante, contra a privatização da RTP
Francisco Pinto Balsemão defende que RTP mais eficiente evita privatização …continuava era a custar demasiado dinheiro aos contribuintes (mesmo que se conseguisse a tal “eficiência” que infelizmente não explica). Mas do ponto do seu ponto de vista faz todo sentido. Nós é que não temos de lhe fazer a vontade.
Azeredo Lopes considera “impossível” serviço público da RTP com um só canal
Os governos regionais recusam assumir os encargos do importantissimo serviço público de televisão.
No Jornal de Negócios “O sector não reclama ajudas de qualquer tipo. Tem financiado a sua própria mudança, está preparado para ajudar o País a ganhar competitividade. Estará à altura das suas responsabilidades sociais”, frisou Balsemão, acrescentando, por isso que “não pode aceitar que seja o próprio Governo a introduzir mais um elemento de disrupção, [...]
A RTP não valerá, enquanto canal, muito dinheiro. Não é certamente com isso que se resolve o problema do défice. Face à realidade actual, a RTP não trará grande receita para o Estado”, realçou Pais do Amaral ao Diário Económico Penso ser possível chegarmos a um acordo mutuamente vantajoso. Façamos assim. Os accionistas da TVI [...]
1. O João Lisboa comprova a elevadíssima qualidade do serviço público de televisão (1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7). Uma programação impossível de ser replicada por qualquer estação comercial; 2. Luís M Jorge: “[A] RTP recebeu no ano passado 230,6 milhões de euros de fundos públicos e gastou 289,6 milhões de euros — [...]
Lacão sublinhou ainda que a privatização de um dos canais do Estado poderá ser prejudicial para os operadores privados, por trazer para o mercado mais um operador a disputar a publicidade. Quanto à enorme perda que a privatização do 1º Canal representaria para o “serviço público de televisão” também estamos conversados.
Exercício. Descubra na imagem supra o “serviço público nacional e suprapartidário” que ficaria irremediavelmente perdido com a privatização do 1º canal da RTP.
Há duas semanas, o socialista Arons de Carvalho deu a cara por um movimento que se propunha defender o “serviço público” de televisão. Por uns meros 300 milhões de euros anuais garantiamos um serviço de qualidade que prestava elevadíssimos serviços à pátria. Um valor ligeiramente superior ao da poupança com o anunciado corte no abono [...]