O grande chato da música improvisada

Neste disco, o Sarbib é responsável pelas partes em que é preciso saber tocar – nalguns casos com resultados satisfatórios (a flauta em Stand on Zanzibar) e noutros com efeitos soporíferos (o solo de baixo em A Canticle for Leibowitz). Já o Lima Barreto não toca grande coisa, o que até pode muito bem ser um ponto a favor, a menos que o intérprete seja pura e simplesmente chato – o que é o caso.

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