O triunfo da fraude

Público

O Ministério da Educação (ME) não confirma nem desmente que o ensino recorrente vá acabar, mas informa que em 2005 o Governo “decidiu apostar” nos cursos de EFA e no Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências, no quadro da Iniciativa Novas Oportunidades. Actualmente, existem três opções de ensino para os adultos: o recorrente “que tem registado uma diminuição gradual desde 2005”, assinala a tutela; os EFA, “que, ao contrário, têm registado grande crescimento”, e o Novas Oportunidades, que tem sido cada vez mais procurado. “Na realidade, o recorrente tem vindo a ser substituído pelas duas outras modalidades”, adianta o ME, em comunicado.

O que me espanta é que ainda haja quem procure do ensine recorrente. Quem no seu perfeito juízo prefere, durante anos, assistir a aulas nocturnas e submeter-se a avaliações quando pode obter a equivalência ao 9º ou ao 12º ano em 6 meses bastando-lhe elaborar uma biografia?

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