“Quem não deve não teme”

A propósito de outro tema (mas que assenta perfeitamente no assunto do post anterior) escreve o Francisco José Viegas:

Uma sociedade civil fraca, sem opinião, invejosa, ressentida, pateta, rendida ao argumento de «quem não deve não teme», aceita tudo – o poder discricionário do Estado, a inversão do ónus da prova, a violação da privacidade, sucessivos e injustificados agravamentos fiscais, a má gestão da coisa pública, o assalto aos rendimentos em nome dos interesses de um Estado mal gerido e gastador, investimentos mal estudados e mal realizados, tudo. E vota em conformidade, vota por simpatia, porque é mais facil, porque é mais facilmente convencida e ludibriada – e porque quer ser convencida e ludibriada.

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