A Turquia

“O novo turco” de Fernando Gabriel (Diário Económico)

Há um século, no meio do desastre final otomano e com a “ajuda” de demagogos progressistas, instituiu-se a imagem universal do “turco” – a má reputação tinha começado, imerecidamente, com a célebre expressão “o homem doente da Europa” do czar Nicolau I. O “turco” era sinónimo de ignorância, indolência, torpor erótico e uma resignação absurda perante o autoritarismo. Em 1980, morriam em média 20 pessoas por dia nos conflitos políticos na Turquia; há meia dúzia de anos, o país estava a contas com uma crise de inflação. Hoje é uma economia global e cosmopolita.

Cabe aos eleitores doutros países europeus aprender com o exemplo turco e exigir verdadeiras alternativas eleitorais. Se entender que não existem, recuse-se a ratificar as listinhas partidárias e procure não ser cúmplice na transformação do “português” no “turco” deste século

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