Um assassínio

O dissidente cubano Juan Wilfredo Soto García morreu este domingo, em Santa Clara, aos 46 anos, três dias após ter sido agredido pela polícia, anunciou o dissidente Guillermo Fariñas, Prémio Sakharov do Parlamento Europeu, que qualificou a morte como “um assassínio.”

Em Portugal, os defensores declarados da ditadura cubana recolhem 10% das intenções de voto. Muitos mais exibem orgulhosamente t-shirts de Che Guevara e dizem admirar os seus ideiais.

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