A questão fulcral

A renegociação da dívida, defendida pelo BE, foi também abordada, tendo Louçã chegado mesmo a citar um editorial da “The Economist”, no qual é proposto que “todos os países da Europa devem renegociar a dívida a partir de agora”. Sócrates recusou liminarmente a hipótese, argumentando que “isso colocaria Portugal na lista negra dos países que não cumprem”.

Sinceramente, não sei qual a cor da lista em que o Primeiro-Ministro julga que se encontra um país cuja taxas da dívida pública no mercado secundário atingem os 12% e com margens de 45% na compensação de títulos. Mas adiante, o que está aqui em causa não é o prestígio que José Sócrates ainda imagina mas a sustentabilidade dos encargos da dívida e possibilidade de aliviar a pesadissima carga fiscal. Mas imagino que quem endividou o país como ele o fez para pagar projectos mais que duvidosos não estará preocupado com esses pormenores.

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