Pública e dependente

Felizmente há quem na AR fuja ao dicurso demagócio e igorante sobre as agências de notação financeira:

Adolfo Mesquita Nunes (CDS-PP) argumentou que “quem atribui crédito às agências de rating são os investidores e podemos criar as agências de rating que quisermos que, se os mercados não as entenderem como credíveis” de nada valerá (…) [O] deputado dos populares duvidou que uma agência de rating pública tivesse “o critério justo e certo”. “É uma visão cândida (*) a de pensar que uma agência pública terá um funcionamento diferente”, sintetizou.”

De sublinhar a proposta do comunista Honório Novo que defende que “as avaliações de risco das empresas e do mercado do crédito devia caber a instituições públicas independentes”. Parece que nem o recente exemplo das nomeações políticas na CGD lhe recorda que uma agência pública jamais será independente. Ou credível.

(*) O jornalista erradamente escreveu “É uma visão mecânica

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