Era mais fácil despedir o ministro

Diário Económico

“Nós chegámos perto da bancarrota com uma política orçamental em 2008, 2009 e 2010 que foi suicidária e anti-nacional”, acusa o economista [Luís Campos e Cunha] que esteve cinco meses no primeiro Governo de José Sócrates, citado pela Renascença. (…)

“Em Junho de 2005 eu chamei à atenção que se não controlássemos a dívida pública e o défice público teríamos ‘spreads’ a subir, mais tarde ou mais cedo, e que isso teria consequências para o financiamento da economia e para o financiamento das famílias”, argumenta o antigo ministro.

“Nessa altura estava preocupado porque no final de 2005 a previsão era de chegarmos a 67% de endividamento público. Neste momento estamos a mais de 100%”, sublinha.

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