A estranha guerra de Paulo Morais

Ouvi hoje na TSF mais um capítulo da estranha guerra que Paulo Morais, em nome da Associação Transparência e Integridade, decidiu mover ao deputado Adolfo Mesquita Nunes (CDS). Há umas semanas já tinha lançado a suspeição mas ao menos teve a decência de não o nomear publicamente. Hoje perdeu qualquer tipo de vergonha e resolveu acusá-lo (e a Miguel Frasquilho do PSD) de falta de “independência”.

O estranho (e grave) é que Paulo Morais levanta suspeições não apontando situações concretas e se baseie apenas em hipotéticos conflitos de interesse que até agora não se verificaram. Aliás foi o próprio deputado que declarou à comissão de ética ter ligações àquela entidade empregadora pelo que nem se pode alegar que pretenda a esconder o que quer que seja.

Como já pudemos verificar por exemplos recentes, políticos sem qualquer actividade profissional conhecida ou relevante não são garante de nada. Aliás a sua actividade profissional tende a iniciar-se, e como assinalável sucesso, após terem desempenhado actividades governativas.

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