Equidades

Na o artigo que hoje assina no DE, o Prof João Cardoso Rosas queixa-se que a (suposta) falta de equidade na distribuição da austeridade leva à “destruição da sociedade”. Esquece-se de referir os efeitos da falta de equidade na distribuição dos encargos do “estado social” (ver gráficos infra). Ou talvez ache que há algumas inequidades melhores que outras. Quem andou durante todos estes anos a pagar o despesismo estatal não foram os funcionários públicos.

E por muito que já tenha sido explicado (e mesmo descontado o facto do Prof JCR ser economista) muitos recusam compreender que o é necessário reduzir a despesa pública e que as despesas com os funcionários públicos são uma importante parcela do OE. Uma alteração sustentada na despesas pública terá obrigatoriamente que incluir uma diminuição permanente neste rubrica. Seja reduzindo os vencimentos de forma permanente, seja reduzindo de forma sustentada o número de funcionários. Como ontem alertava Miguel Beleza os “Impostos actuais são entrave ao crescimento”. E para podermos reduzir os impostos é obrigatório proceder a uma redução ainda mais significativa da despesa pública e enfrentar os interesses corporativos que ameaçam com a extinção da espécie humana caso sejam privados do seu quinhão no OE.

Notas: Gráficos vergonhosamente roubados ao Miguel Botelho Moniz. E, já agora, verifiquem estes posts da sua autoria.

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