Sobre a privatização da EDP

Luís Rocha no Blasfémias

Independentemente da opção tomada, o governo estaria sempre em cheque. A populaça comentará sempre em tom acrimonioso, como tão bem exemplificava a história de “o velho, o rapaz e o burro”. Mesmo que o modelo de privatização fosse o da venda em mercado aberto e em leilão competitivo, como aqui defendi. Isso representaria a opção pelo capitalismo popular, coisa mais escabrosa, ficaria a empresa na mão de uns milhares de alienados pelo lucro fácil e que venderiam na primeira oportunidade a quem quer que fosse, descurando totalmente os centros de decisão nacionais. Que já os perdemos há bastante tempo, mas é sempre uma tirada bonita, a puxar ao sentimento. 

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