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Et Tu Krugman (5)

A verdade é que, (…) a esquerda que foi ouvir Paul Krugman saiu desiludida. Deputados socialistas como João Galamba ou Pedro Silva Pereira não ficaram satisfeitos quando o cronista do “New York Times” disse que “as pessoas com opções estão em Berlim e Frankfurt”, evidenciando que a Passos Coelho não restava outra alternativa senão a “cura” de austeridade. Francisco Louçã, coordenador do Bloco de Esquerda, também ficou desapontado, preferindo não tecer comentários ao jornal.

Fotomontagem involutariamente cedida pelo Delito de Opinião. Mais aqui.

E eu digo mais…

Até podemos perguntar onde andavam “abrantes” & afins durante a tentativa socrática de controlo da comunicação social. Será que o seu amor pela liberdade de expressão só renasceu em Junho do ano transacto? Admiro-me que quem defende os media estatizados se espante quando existe intervenção política nos mesmos.  Genericamente, se querem acabar as interferências, privatizem as empresas públicas e retirem aos políticos a competência para impedir a entrada de novos competidores.

Da honestidade

O Público veio hoje reconhecer que cometeu um erro de palmatória na notícia das nomeações do actual governo. Vejamos se “abrantes” e respectivos compagnons de route o acompanham ou ficam a assobiar para o lado.

Les beaux esprits se rencontrent (2)

O Daniel Oliveira avaliza a sabedoria económica de José Sócrates. (e o tio Balsemão ainda lhe paga para escrever estas coisas…)

Os “abrantes” avalizam a sabedoria económica de Pedro Santana Lopes.  Começa a ser um hábito. Felizmente já não somos nós a pagar-lhe o ordenado. Espero.

 

É conveniente saber fazer contas

Segundo noticiava esta semana o Jornal de Negócios, “As dívidas do Estado a fornecedores relativas a pagamentos em atraso há mais de 90 dias ascendiam, no final de Setembro, a 5,4 mil milhões de euros (3,1% do PIB). Este é um aumento de mais mil milhões face aos valores inicialmente estimados para Junho” (meu destaque).

A situação é vergonhosa mas (infelizmente) não espanta dada a tendência dos organismos estatais para ultrapassarem prazos de pagamento. Tendência este que se agravou no corrente ano com a crise nas finanças públicas. O que já acho espantoso é alguém pretender imputar este descontrolo da despesa e os erros de registo  ao actual governo. Que o fizessem relativamente aos atrasos de pagamento ainda teria alguma base de sustentação (o que dada a conhecida falta de liquidez nos cofres públicos provavelmente implicaria conger total ou parcialmente novas despesas). Mas é não preciso ser um géni para saber que se no  final de Setembro há dívidas vencidas há mais de 90 dias isso implica que a despesa foi realizada até ao final de Junho. Ora se o governo apenas tomou posse a 21 de Junho isso implica que essa despesa é da responsabildidade do governo anterior.

É preciso realmente algum rigor. É verdade. A começar nalguns bloggers que falham nas contas de somar e subtrair.

Les beaux esprits se rencontrent

Os “abrantes” citam Santana Lopes

Afinal…

Há cerca de duas semanas, Miguel Relvas denunciou a que tinham sido descobertas várias facturas não contabilizadas no Instituto do Desporto (IND). Estas somavam quase sete milhões. No passado Sábado o jornal irevelava que afinal a maior parte destas já estariam pagas existindo apenas quatro dezenas que aguardavam os resultados de uma auditoria para serem regularizadas. Esta notícia foi ontem desmentida pelo IND que confirma a acusação de Miguel Relvas.

Como seria de esperar a notícia do i provocou inflamados posts nos blogs ligados ao PS. Justiça lhe seja feita, Vital Moreira foi o único que teve a decência de reconhecer que tinha sido induzido em erro. Já o mesmo não pode ser dito de “abrantes” e afins que preferem “fechar-se em copas”.

Confissões de um “abrantes” chinês

Comparem o método aqui descrito com a prática dos “abrantes” & afins e as curiosas criaturas que aparecem nas caixas de comentários a defender o “engº” Pinto de Sousa. (mas juram que não votam nele).

Em grande estilo

Uma análise económica ao nível da revista Modas & Bordados

“Aqueles que dizem que isto (a “ajuda”) teria sido melhor se tivesse vindo mais cedo, esquecem (…) que o esperado efeito recessivo destas medidas teria começado mais cedo se mais cedo tivéssemos ido por esse caminho”

À ladainha “a crise começou com o chumbo do PEC IV” junta-se agora o mantra “eramos uma economia pujante até ao plano de ajuda“.  A Alfama School of Economics no seu melhor.  Pela minha parte acho que vou começar a escrever sobre física nuclear. Se os não se importam de fazer figuras tristes…

Descubra o “abrantes” na notícia