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Diz que é um problema de itálicos

Sintomático este post. Desde o título à comparação que procura establecer entre sites(*).

(*) Em itálico para o senhor não ficar chateado.

Vencido mas não convencido – parte 2

Parece que nem nas votações internas o deputado (independete) João Galamba se sente à vontade para contrariar a maioria do seu grupo parlamentar.

Apenas três parlamentares se abstiveram na hora de ratificar o sentido de voto – contra [o projecto do PCP que previa a tributação dos dividendos extraordinários em 2010] – do PS: Miguel Vale de Almeida, João Galamba (independentes) e Miguel Laranjeiro.

Ainda hão de reconhecer o génio do “engº”

Porfírio Silva

Passos Coelho […]sabe que é preciso tempo para que as políticas dêem resultados visíveis a olho nu. Deve ter sido por isso que o PSD investiu tudo, nos últimos anos, em evitar – a maior parte das vezes por meios extra-políticos – que o PS pudesse governar com tempo.

Vencido mas não convencido

Nos comentários do Jugular

De JPT a 29 de Novembro de 2010 às 14:50
Pergunta (muito) inocente: O João não votou favoravelmente as medidas de austeridade?

De João Galamba a 29 de Novembro de 2010 às 14:55
Caro JPT,
Enquanto a UE não mudar a sua política, estamos condenados a OEs como aquele que acabamos de aprovar. Por isso, e só por isso, votei a favor. Não é um bom orçamento – muito longe disso – mas é o possível, dados os constrangimentos políticos e financeiros que o país enfrenta. É trágico, mas é o que temos.

Para uma teoria “abrantina” da eficiência dos mercados

E eis que de repente os mercados deixaram de ser irracionais

Habilidosos

O título da notícia (com grande destaque) na capa do Público parece sugerir que para a OCDE o problema das finanças públicas portuguesas reside no lado da receita e que não deveriamos tocar (pelo menos de forma significativa) na despesa. Porém, se formos ler as declarações do Sr. Gurria chegamos à conclusão que o Público prestou (mais) um “frete” ao governo

“Os orçamentos estão muito rígidos, têm muitas rubricas fixas, muitas despesas com a segurança social. Ou seja, nada que seja possível cortar de forma muito imediata e, portanto, é necessário recorrer aos impostos.”

Não é que não haja “muito por onde cortar”. A despesa é que é de tal forma rígida que no curto prazo torna-se impossível reduzi-la de forma significativa. Concluindo, podemos perguntar onde estão as tais reformas estruturais que o governo anunciou aos sete ventos?

ADENDA: Parece que não foi só este pormenor que foi comunicado de forma “menos exacta” pela imprensa. Leiam e descubram as diferenças.

Olha!

Sabiam que o nosso Primeiro-Ministro tem um MBA atribuido pelo misterioso “Lisbon Universitary Institute”?

ADENDA: mais algumas questões aqui.

Venha daí esse certificado de habilitações

Depois disto será legitimo exigir que os “abrantes” revelem que tipo de qualificações os autoriza a emitirem opinião em matérias económicas. Nem que seja um diploma do Novas Oportunidades.

Vamos lá ver…

Palpita-me que os “abrantes” vão achar que esta notícia é extremamente positiva.

Convém ler a notícia toda

Pois é. Estamos melhor que a Espanha mas ambos descemos 5 posições. Mais uma vitória do governo socialista, suponho (já agora, Singapura está em 5º lugar).