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Acerca do corte de notação da dívida portuguesa pela S&P

Declaração de Adolfo Mesquita Nunes (CDS) acerca do corte de rating anunciado pela Standard & Poors (19.91.2012). Finalmente, na AR, alguém faz uma intervenção lúcida e racional sobre o tema e identifica a origem do poder de mercado das principais agências de notação.

A estranha guerra de Paulo Morais (2)

Paulo Morais volta hoje “à carga” no Correio da Manhã contra os seus ódios de estimação. Consegue descer mais um furos na escala da decência ao comparar as situações de Miguel Frasquilho e Adolfo Mesquita Nunes à de Ricardo Rodrigues. A acusação de faz a Godinho de Matos também não tem qualquer lógica. Não percebo a incompatibilidade do advogado de defesa de Armando Vara (presumo que ainda não seja crime) ser nomeado para a Comissão Nacional de Eleições. enfim… O paradigma da independência para Paulo Morais devem ser os políticos de carreira.

ADENDA: Podem ver aqui o deputado Adolfo Mesquita Nunes a “defender” os interesses da EDP-Renováveis.

A estranha guerra de Paulo Morais

Ouvi hoje na TSF mais um capítulo da estranha guerra que Paulo Morais, em nome da Associação Transparência e Integridade, decidiu mover ao deputado Adolfo Mesquita Nunes (CDS). Há umas semanas já tinha lançado a suspeição mas ao menos teve a decência de não o nomear publicamente. Hoje perdeu qualquer tipo de vergonha e resolveu acusá-lo (e a Miguel Frasquilho do PSD) de falta de “independência”.

O estranho (e grave) é que Paulo Morais levanta suspeições não apontando situações concretas e se baseie apenas em hipotéticos conflitos de interesse que até agora não se verificaram. Aliás foi o próprio deputado que declarou à comissão de ética ter ligações àquela entidade empregadora pelo que nem se pode alegar que pretenda a esconder o que quer que seja.

Como já pudemos verificar por exemplos recentes, políticos sem qualquer actividade profissional conhecida ou relevante não são garante de nada. Aliás a sua actividade profissional tende a iniciar-se, e como assinalável sucesso, após terem desempenhado actividades governativas.

A função do Estado não é reconhecer a liberdade: é limitar-se em função dela

Intervenção de Adolfo Mesquita Nunes (CDS) na sessão comemorativa de encerramento das comemorações do centenário da República (20.10.2011).