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E eu proponho que a consilidação se faça pela descoberta de poços de petróleo

No Jornal de Negócios:

António José Seguro aproveitou a entrevista à RTP para criticar o caminho seguido pelo Governo para consolidar as contas públicas em Portugal. O Governo propõe a austeridade e “proponho outro caminho” que passa por “ter como prioridade o crescimento e o emprego”.

Realmente o caminho proposto pelo líder socialista parece bem mais simpático e faz lembrar a fantástica redução do défice feita pelo primeiro governo de José Sócrates. Aproveitou o aumento da receita fiscal e manteve a despesa a subir a bom ritmo. Quando lhe faltou a receita foi o descalabro. A situação que herdou já não era famosa mas ele conseguiu deixar-nos em pior estado. Bem pior. É pois, perfeitamente natural que Seguro “Não consig[a] visualizar mais medidas de austeridade”. Para os socialistas não há vida para além do défice.

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Decidam-se

Ou as agências de notação são credíveis ou não são.

Duas pérolas

Em duas intervenções feitas esta semana, de António José Seguro e de José Sócrates resumem na perfeição o ideal socialistas de finanças públicas e explicam bem o estado a que chegámos.

Todos temos um emprego a defender

Num patético post o deputado Saldanha Galamba tenta justificar a inanidade de António José Seguro. Provavelmente, o melhor será seguir o conselho que lhe deu Carlos Costa.

Humor socialista

Seguro defende sanções para os países com excedente orçamental

O modelo madeirense

Seguro desafia Coelho a esclarecer quem paga “irresponsabilidade” da dívida da Madeira

Trata-se efectivamente de uma excelente questão que merece melhor resposta por parte do governo. Seria extremamente útil acabar com a irresponsabilidade fiscal das autarquias e regiões autónomas fazendo com que sejam os contribuintes locais a pagar pela “obra feita” dos lideres locais. Para além da ressalva aqui feita pelo Nuno Gouveia, o que acho estranho é que seja feita pelo líder do partido que se tem batido por um modelo de regionalização que irá semear várias “Madeiras” pelo continente.