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Obviamente demito-os

A propósito da alucinada resposta do CA da AR que rejeita a troca da água engarrafada pela canalizada recomendo a leitura dos comentários do Ricardo Campelo de Magalhães da qual destaco esta parte:

basta na água engarrafada não considerar custo nenhum a não ser a garrafa e na água da torneira considerar os custos com o pessoal (10x o preço das garafinhas) e dos jarros em si (18x o custo das garrafinhas, TODOS OS MESES).

Quanto aos jarros discordo do Ricardo e é  fácil perceber que teriam uma vida útil muitissimo curta dado que iriam servir de arma de arremesso e meio preferêncial para dirimir divergências. No entanto, penso que o estudo permite também descobrir um local onde é possível reduzir custos. A manutenção da compra das garrafas de água vai permitir dispensar os funcionários cuja única função era proceder ao enchimento e manutenção dos jarros. Obviamente.

A estranha guerra de Paulo Morais

Ouvi hoje na TSF mais um capítulo da estranha guerra que Paulo Morais, em nome da Associação Transparência e Integridade, decidiu mover ao deputado Adolfo Mesquita Nunes (CDS). Há umas semanas já tinha lançado a suspeição mas ao menos teve a decência de não o nomear publicamente. Hoje perdeu qualquer tipo de vergonha e resolveu acusá-lo (e a Miguel Frasquilho do PSD) de falta de “independência”.

O estranho (e grave) é que Paulo Morais levanta suspeições não apontando situações concretas e se baseie apenas em hipotéticos conflitos de interesse que até agora não se verificaram. Aliás foi o próprio deputado que declarou à comissão de ética ter ligações àquela entidade empregadora pelo que nem se pode alegar que pretenda a esconder o que quer que seja.

Como já pudemos verificar por exemplos recentes, políticos sem qualquer actividade profissional conhecida ou relevante não são garante de nada. Aliás a sua actividade profissional tende a iniciar-se, e como assinalável sucesso, após terem desempenhado actividades governativas.

A função do Estado não é reconhecer a liberdade: é limitar-se em função dela

Intervenção de Adolfo Mesquita Nunes (CDS) na sessão comemorativa de encerramento das comemorações do centenário da República (20.10.2011).