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Avisos urgentes

Os avisos do Banco de Portugal sintetizados pelo Massa Monetária.

a) A implementação das reformas no mercado de trabalho afigura-se crucial para dinamizar a criação de emprego. 

b) Uma reestruturação eficiente do sector empresarial passa por melhorar a afectação dos trabalhadores aos postos de trabalho e aumentar a flexibilidade interna e externa das empresas, de forma a assegurar a criação de emprego.  

c) A existência de barreiras à entrada é extensível ao mercado do produto, pelo que a redução dos custos de contexto da actividade empresarial é fundamental para a captação de novos projectos de investimento directo estrangeiro com progresso tecnológico incorporado, que permitam aumentar no curto e médio prazos a produtividade do sector de bens transaccionáveis. 

d) A reforma do sistema judicial desempenha um papel crucial para a melhoria do funcionamento dos mercados na economia portuguesa.

e) Estas reformas devem ser acompanhadas por um quadro fiscal adequado, com vista a promover o investimento produtivo quer ao nível do capital humano, quer do capital físico.

O deputado Saldanha Galamba é instado a informar-se sobre o “crowding out” (2)

Camilo Lourenço escreve acerca do correctivo aplicado pelo governador do Banco de Portugal ao deputado Saldanha Galamba

João Galamba é dos mais bem falantes do PS. Mas falar bem não é sinónimo de competência. E Galamba, a quem Carlos Zorrinho, no Facebook, chamou de um dos mais promissores da nova geração do PS (o que diz bem do estado do partido…) só se pode queixar de si próprio: nadou para fora de pé… sem bóia. O que disse na AR foi um disparate, como outros que já havia dito nas interpelações a Vítor Gaspar. Galamba e outros deputados podem interpretar o incidente de duas formas: amuarem ou perceberem que não podem falar, na AR ou noutro sítio, sem estudar as matérias. Discutir seriamente os assuntos é uma coisa; “mandar bocas” é outra. É por haver demasiados políticos a “mandar bocas” que o país está falido.

O deputado Saldanha Galamba é instado a informar-se sobre o “crowding out”

Podem ver o vídeo no site da RTP

Coisas que não se percebem

Foi hoje confirmado que a economia portuguesa entrou novamente em recessão no primeiro trimestre do ano. O Primeiro Minsitro declarou não estar surpreendido e que aliás a presente evolução está de acordo com o cenário macroeconómico do governo. Não percebo então as criticas que o presidente do AICEP e actual cabeça-de-lista do PS por Leiria, Basílio Horta, lançou ao governador do Banco de Portugal quando este disse que Portugal já estava em recessão. Desconhecia as previsões do governo ou achou que não era melhor que não se soubesse a realdiade sobre o estado da economia?

Apoiado!

Carlos Costa, governador do Banco de Portugal, defendeu esta quarta-feira que os decisores políticos e os gestores públicos devem ser responsabilizados pelo incumprimento de compromissos orçamentais.