Tag Archives: comunismo

O camarada Obama

O Partido Comunista dos EUA (CPUSA) apoia a reeleição de Barack Obama

A mentalidade comunista em acção

A culpa do nos sobreendividarmos é de quem nos emprestou o dinheiro.

Uma revolução que vale mais que a liberdade individual

Não mexerei um palito pela blogueira cubana, diz Fernando Morais. No Fórum Social, jornalista e escritor especialista em Cuba diz que ajudar Yoani Sánchez é ficar contra revolução. Segundo ele, conquistas sociais do regime importam mais que liberdade para criticar, o que só interessa ao ‘inimigo’ EUA. Cético com política externa americana,

in Correio do Brasil de 27/01/2012

Nota:  Yoani Sánchez na Wikipedia; o blogue Generacion Y de Yoani Sánchez

No país que rejeita firmemente a agenda intervencionista do imperialismo

Kim Jong Il comforts a distraught nation after his father's death on July 8, 1994. In the background is the 66-foot bronze statue of the Great Leader that was erected on Mansu Hill in Pyongyang in 1972. Dark skies in depictions of this period symbolize the growing threat from without.

While Interviewee 17 was in the North Korean Army, his unit was dispatched to widen the highway between Pyongyang and the nearby port city of Nampo. They were demolishing a vacated house in Yongkang county, Yongkang district town, when in a basement between two bricks they found a Bible and a small notebook that contained 25 names, one identified as pastor, two as chon-do-sa (assistant pastors), two as elders, and 20 other names, apparently parishioners, identified by their occupations.(…)

In November 1996, the 25 were brought to the road construction site. Four concentric rectangular rows of spectators were assembled to watch the execution. Interviewee 17 was in the first row. The five leaders to be executed—the pastor, two assistant pastors, and two elders—were bound hand and foot and made to lie down in front of a steam roller. This steam roller was a large construction vehicle imported from Japan with a heavy, huge, and wide steel roller mounted on the front to crush and level the roadway prior to pouring concrete. The other twenty persons were held just to the side. The condemned were accused of being Kiddokyo (Protestant Christian) spies and conspiring to engage in subversive activities. Nevertheless, they were told “If you abandon religion and serve only Kim Il Sung and Kim Jong Il, you will not be killed.” None of the five said a word. Some of the fellow parishioners assembled to watch the execution cried, screamed out, or fainted when the skulls made a popping sound as they were crushed beneath the steam roller.

Excerto de “THANK YOU FATHER KIM IL SUNG: EYEWITNESS ACCOUNTS OF SEVERE VIOLATIONS OF FREEDOM OF THOUGHT, CONSCIENCE, AND RELIGION IN NORTH KOREA relatório elaborado pela U.S. Commission on International Religious Freedom em Novembro 2005.

[Imagem retirada do FP-Passport | via Estado Sentido]

Saudades do império soviético

“Václav Havel: another side to the story” de Neil Clark no Guardian

No one questions that Havel, who went to prison twice, was a brave man who had the courage to stand up for his views.Yet the question which needs to be asked is whether his political campaigning made his country, and the world, a better place. Havel’s anti-communist critique contained little if any acknowledgement of the positive achievements of the regimes of eastern Europe in the fields of employment, welfare provision, education and women’s rights. Or the fact that communism, for all its faults, was still asystem which put the economic needs of the majority first.

Com um tal elogio dos regimes comunistas até admira que Clark não ponha em causa a coragem de Havel durante a ditadura. Que, parece conveniente relembrar, era então criminalizada e lhe valeu uma estada na prisão entre outras agruras. Quanto aos supostos benefícios do comunismo e ao desempenho económico dos ex-países comunistas acho que uma extrema cegueira mental será capaz de negar a realidade.

The Land of No Smiles

When van Houtryve approached North Koreans, they walked off or averted their eyes. He never once photographed a smile. Even children ran away from him. “They’d turn and notice me and immediately bolt off — as if a wolf had come up to them.” Pyongyang’s somber trams are old East German models, giving the city a Soviet feel two decades after the fall of the Berlin Wall.

Mais links sobre a Coreia do Norte no FP-Passport (1, 2)

Uns tipos porreiros

Os khmers vermelhos não eram “más pessoas”, disse nesta segunda-feira Nuon Chea, antigo número dois de um regime responsável pela morte de cerca de dois milhões de pessoas entre 1975 e 1979 – cerca de um quarto da população do Camboja.

LEITURA RECOMENDADA: The Killing Fields

Ganda ideia, pá!

Despite everything, Slavoj Žižek still believes the Idea of communism is the most appropriate for our end times of crises and monsters.

Nada como insisitir numa ideologia de sucesso e provas dadas. Na repressão e na miséria…

O “culto da carga”

Chama-se “culto da carga” à tentativa de sociedades tecnologicamente atrasadas adoptarem, de forma ritualista, os sinais exteriores de progresso das mais desenvolvidas. Ainda que não consigam discernir de forma correcta a relação de causalidade, esperam com isso obter as mesmas comodidades das últimas. O exemplo clássico ocorreu nas ilhas do Pacífico praticamente isoladas de contactos exteriores até à chegada de americanos e japoneses durante a IIª Guerra Mundial. Após a partida das forças ocupantes, os ilhéus tentaram garantir a continuação do maná que literalmente lhes caia do céu, trazido pelos aviões de abastecimento, construindo réplicas exactas dos aeródromos. Mas há outros. No livro “Mao’s Great Famine” de Frank Dikötter (aqui recordado por Bryan Caplan) explica-se o comunismo como um “culto da carga” massificado em que as consequências foram amplificadas pela planificação central. No Grande Salto em Frente Mao Zedong pretendeu transformar a China num dos maiores produtores de aço a nível mundial. Afinal, todos os países desenvolvidos o eram também. O resultado deste maciço desvio de recursos foi a fome generalizada e toneladas de aço de fraca qualidade e sem utilidade para a economia chinesa. No plano nacional penso que o “culto da carga” é a forma correcta de entender as “paixões”, “apostas” e “prioridades” dos governos socialistas que prometiam tornar-nos numa referência de desenvolvimento a nível mundial. O maciço desperdício de recursos em que toda a despesa era por artes mágicas transformada em “investimento” levou-nos à ruína. As supostas “tecnologias do futuro” só se tornaram rentáveis graças a generosos subsídios estatais. O sobre-investimento em infraesturas revelou-se incomportável para a economia nacional. Os nossos sumo-sacerdotes garantiam um futuro radioso se lhe obedecessemos cegamente. Dir-se-ia que, em vez disso, despertam a fúria dos deuses,

Cripto-comunistas

textos fundamentais:
“The Smurfs Were Communists!” (textos de Dave Morgan e Kristen M. Sonntag, Esq)
Smurf Communism
S.M.U.R.F.
Communist Smurfs and Obama’s Budget: Why Gargamel was a Capitalist
The Smurfs Were Communists, when You Think About It
The political leanings of the Smurf community. Fact or fiction.

Uma opinião divergente: “The Theory of Smurfian Communism” de Andrew Dougherty