Tag Archives: Espanha

Coisas fantásticas que se descobrem nos blogs de extrema-esquerda

Parece que na Idade das Trevas se valorizava mais a vida que na Idades das Luzes.

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Para um teoria da conspiração-continua

Os (pérfidos) mercados que conspiraram para derrubar Zapatero iniciam já as manobras para apear Rajoy.

Então, pá?

A extrema-esquerda não se entende quanto ao resultado das eleições espanholas. Há quem assegure que foi a esquerda e há que diga que foi a direita (aka “os fascistas”).

(isto lembra-me qualquer coisa)

“Modern Spain’s legacy: airports, deficits and brutal cuts” no Iberosphere

Last week, Spanish newspapers reported that a recently busted gang of drug smugglers had planned to buy part of Ciudad Real airport in order to ship cocaine into the country. It was hardly the kind of news that the Castilla-La Mancha authorities would normally have enjoyed hearing, but right now, almost any potential buyer of this huge building with a four-kilometre airstrip will be welcomed with open arms.

Irlanda vs Portugal, Espanha vs Itália

“The Irish Lesson, or: it’s Competitiveness, Stupid!” de Henry Kaspar (Kantoos Economics)

[L]ook at two economies deep in the throes of financial turbulence: Ireland and Portugal. Both have public debt ratios of about 100 percent of GDP. Both have tightened the fiscal stance significantly since the crisis’ onset – Ireland by 7, Portugal by 5 percent, according to IMF data. And yet markets perceive these countries differently.(…)

Why? (…) Because Ireland’s economy has adjusted – and this at a breathtaking pace. Between Q3 2009 and Q4 2010 (…) its unit labor cost in the manufacturing sector fell by almost 5 percent compared to the rest of the euro area, granting the Irish economy a large competitiveness boost. As a result, Ireland’s economy is already growing, driven by exports, and its current account has shifted into surplus. It also seems its banks are now fixed (although this has come with a high price tag). All this has made investors come gradually around to the view that Ireland may be able to grow out of its debt.(…)

Another example: Italy and Spain. Italy’s CDS spread has more than doubled since mid-year, while Spain’s is (roughly) unchanged. Why? For once, Spain has made (modest) progress in improving competitiveness, while Italy has moved in the wrong direction. But arguably more important is that Italy’s government refused very publicly to take any growth enhancing measures, triggering a negative reassessment of Italy’s growth prospects, and therefore its solvency. There is no doubt in my mind that Italy’s risk spread surge is a solvency event, not a liquidity event (otherwise, why hasn’t Spain’s spread surged? Why not Ireland’s?).

In a nutshell: at its core, the euro area crisis is about economies’ ability to adjust within a currency union, or put differently: about the member countries’ capacity to behave in a euro-compatible manner. Economies that do adjust, like Ireland or – to a lesser degree – Spain (or in the early 2000s Germany), stand a fair chance to convince investors that they are good places to put their money. Economies that don’t, however, will struggle to regain or maintain market access – and this independent of how large any rescue pot would be.

Portugal, Espanha e o Euro

Recomendo a leitura da entrevista do André Azevedo Alves ao webzine espanhol Libre Mercado

P: Por último, ¿ve probable que Portugal abandone la Unión Monetaria? ¿Sería deseable?

R: Por el momento todas las opciones están encima de la mesa. Si la situación no empieza a mejorar rápidamente, particularmente en términos de consolidación presupuestaria, es bastante posible que el abandono del euro se convierta en una realidad. Abandonar el euro facilitaría al Gobierno la solución de sus problemas mediante una devaluación de la moneda. Sin embargo, además de conducir casi seguramente al impago de la deuda portuguesa nominada en euros, esto también implicaría un coste brutal para la población y la situación social en el país se deterioraría.

A nivel europeo, tener mayor competencia monetaria (que no necesariamente significa abandonar el euro) y menos centralización de las políticas sería preferible. Pero en el contexto actual, creo que el deseo de pertenecer a la Eurozona continúa teniendo algunas influencias positivas importantes en términos de la decisión sobree políticas económicas para países como Portugal o España. Esto es, por supuesto, una apuesta muy arriesgada en el contexto de una moneda única, dado que asume que el BCE será capaz de mantener una política monetaria relativamente sólida, a pesar de todas las presiones políticas para no hacerlo. Para Portugal, el escenario de permanecer en la Unión Monetaria está lejos de ser brillante, pero las consecuencias de abandonarla pueden ser incluso mucho peores.

Eu já não percebo nada disto

Mas o espanhois também rejeitaram o PEC IV?

Aqui ao lado

“Poder do clítoris ou a cegueira do vamos a eles?” de Helena Ferro Gouveia

No dia 10 de Março um grupo de meia centena de estudantes universitárias invadiu a capela da Universidade Complutense de Madrid, onde se celebrava missa.

No altar as “activistas” desnudaram-se da cintura para cima e mostraram palavras de ordem escritas no corpo: “bissexual”, “puta”, “poder ao clitóris”. Cantaram cânticos blasfemos e traziam consigo imagens do Papa Bento XVI com uma cruz suástica.

A vulgaridade, o proselitismo anticlerical, que as “activistas” descreveram como “encenação poética”, foi registada em vídeo e disponibilizada na internet. Cheias de ódio à “intolerância católica” as “activistas” pintaram ainda na capela “vais morrer como em 1936” (uma referência à destruição das igrejas católicas durante a guerra civil espanhola). Trevas medievais embrulhadas na roupagem de 68?

Já não se atrevem a baixar-lhes o rating

Na sequência do conselho de ministros de hoje, a ministra da economia espanhola anunciou que as agências de “rating” passarão a estar sob supervisão da Comissão Nacional de Mercado de Valores