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E a liberdade de comércio?

Vejam aqui as dificuldades que o bloqueio israelita a Gaza causa às relações comerciais entre o Irão e o Hamas.

Ayn Rand on Israel

Apartheid

autoria: Elder of Ziyon

‘Gays’ pela Palestina

Excerto de “Os Dias Contados” de Alberto Gonçalves (Díário de Notícias)

Se apetece ceder a meia dúzia de graçolas a propósito de um festival de cinema sexualmente orientado, a graça maior está no facto de “activistas” alegadamente em prol dos direitos gay defenderem a Palestina, que formal e informalmente discrimina, tortura e mata os “pervertidos”, e abominarem Israel, que faz dos seus homossexuais plenos cidadãos, acolhe os homossexuais alheios e em fuga e, não satisfeito, ainda paga exibições de fitas do género a milhares de quilómetros de distância. Não seria diferente se uma associação de perdizes reivindicasse o alargamento do período de caça.

Claro que, nesta história e em todas as histórias assim, os gays não passam de um pretexto descartável. Os gays, os transgénicos, as mulheres, os pobres, as minorias étnicas, os palestinianos, o Abu-Jamal e restantes “oprimidos”, com ou sem aspas, são o meio que “justifica” o desporto favorito dos bandos em causa, chame-se-lhe anti-semitismo ou, para consumo público, “anti-sionismo”. Numa época em que os vigilantes de serviço procuram “racistas”, “fascistas” e “neonazis” em cada canto, espanta que não os descubram nas imediações do Bloco e da extrema-esquerda em geral, em Portugal os seus actuais e genuínos representantes.

Falta acrescentar que os organizadores do Festival de Cinema Gay e Lésbico tremeram face às pressões e anunciaram que, de futuro, ponderam recusar subsídios de Israel, uma mariquice que lhes fica a matar e abre portas para os apoios de Gaza, Síria, Líbia e esse lugar exótico onde a homossexualidade nunca existiu, o Irão. Irão longe.

O anti-sionismo falou mais alto

A propósito do boicote ao festival de cinema Queer Lisboa promovido por grupúsculos ligados a BE ao descobrirem que o evento era co-patrocinado pela Embaixada de Israel escreve David Levy no Delito de Opinião

Este partido, para além de ser geneticamente anti-sionista, considera-se dono das minorias, dominando os movimentos homossexuais. Por isso, é-lhe impossível admitir que um país como Israel apoie um festival de cinema gay. É contra-natura e estraga-lhe a cartilha ideológica.Não há muito a fazer em relação a isso, excepto denunciar o totalitarismo do BE e das suas associações satélite, que com protestos destes acabam por se mostar mais preconceituosas do que muitos homofóbicos.

Nota: Não acho grande piada este tipo de eventos (para quando um festival de cinema heterossexual?) nem acho apropriado que neles se use o dinheiro dos contribuintes (mesmo no caso do tal festival de cinema heterossexual). Neste caso, o que me interessa é expor a falta de amor do BE às causas fracturantes quando a sua hegemonia e dogmas ideológicos são postos em causa.

Ah! Então foram estes tipos que o Cardozo mandou calar ontem

Estou a imaginar o pessoal do Colectivo Mumia Abu Jamal com camisolas do Mantorras a festejar os golos como costumam fazer com os rockets do Hamas.

Daqui.

The left man in the right place

o ex-MP britânico George Galloway irá coordenar a segunda versão “frota huminatária” com destino à Faixa de Gaza. Acho perfeitamente normal que a imagem pública de um movimento que procura a sintese da extrema-esquerda com o islamismo seja chamado a liderar esta iniciativa.

No final houve refrescos e canapés

Treze grupos terroristas estableceram uma plataforma conjunta para coordenar acções terroristas contra Israel. O anúncio da aliança foi feita numa conferência de imprensa perante vários orgãos de comunicação. Se não acreditam experimentem contar os microfones na foto abaixo.

Via Elder of Ziyon

A defesa "liberal" de Israel

Jordan is Palestine

Melanie Phillips

‘Jordan is Palestine,’ said Wilders, who heads the third-largest party in Holland. ‘Changing its name to Palestine will end the conflict in the Middle East and provide the Palestinians with an alternate homeland…There has been an independent Palestinian state since 1946, and it is the kingdom of Jordan.’ Wilders also called on the Dutch government to refer to Jordan as Palestine and move its embassy to Jerusalem.

Wilders has spoken the big inconvenient truth. As a result, it is inevitably being dismissed as merely what ‘the right’ regularly says. So of course it’s untrue, on the grounds that, by definition, everything ‘the right’ says is untrue. Yadda yadda.

But it is not untrue. It is correct. Anyone familiar with the history knows it is correct. Immediately after World War One, Palestine consisted of what is now Jordan, Israel, the West Bank and Gaza. The great powers dividing up the region decided that Britain should be given a mandate to administer Palestine and restore within it the historic Jewish national home. Within a couple of years, however, Winston Churchill, for reasons of realpolitik, gave away three quarters of Palestine to the Hashemite dynasty to found (Trans)Jordan (leaving all the rest to be settled by the Jews; but that’s another story).