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Não há proteccionismos grátis

No seu blog, Vital Moreira dá conta do desagrado com um acordo que  retira alguns entraves à importação de produtos paquistaneses. Estará a queixar-se que, ao conceder condições preferenciais, este acordo viola os princípios de livre comércio? Longe disso. Queixa-se que irá prejudicar algumas industrias de “países menos ricos” da UE e que apenas irá beneficiar os “países ricos“.

Existem neste discurso duas enormes falácias e duas incongruências.  Em primeiro lugar,  o proteccionismo comunitários faz-se à custa dos consumidores que para além de verem artificialmente limitado a possibilidade de escolha são forçados a pagar mais caro pelos mesmos produtos. Em segundo lugar, nada nos garante que os principais beneficiados pelo acordo sejam os consumidores dos países mais ricos. Eu diria até que os efeitos ao nível do rendimento disponível serão maiores nos países mais pobres (não uso eufemismos) da UE.

É claro que ainda podemos falar do malefícios que os entraves ao comércio têm nos potenciais exportadores que se vêm assim privados de fontes de rendimento. Podem alegar tráfico de droga é sempre uma alternativa.  Depois, para aliviarem a consciência, os socialistas  defendem generosos programas de ajuda cuja maior fatias desaparece nos bolsos dos autocratas locais e nos meandros das ONG’s ao mesmo tempo que culpa o “capitalismo” e o “neoliberalismo” pelo infortúnio destes países.

No fundo, o que Vital Moreira defende é a manutenção de uma renda económica (cuja concessão critica noutros casos) à custa de terceiros. Os políticos adoram falar em “inovação”, “modernização” e “competitividade” e gastam rios de dinheiro em programas inúteis mas depois criam legislação que artificialmente prolonga a agonia de algumas industrias não competitivas e impede a efectiva reafectação dos recursos.

Nuke Osama

No Washington Times

“My concern now is that we cannot exclude the possibility that officers in the Pakistani military and the intelligence service were helping to harbor or aware of the location of bin Laden,” said Olli Heinonen, who served as the deputy director general of the International Atomic Energy Agency (IAEA) from 2005 to 2010.

“What is to say they would not help al Qaeda or other terrorist groups to gain access to sensitive nuclear materials such as highly enriched uranium and plutonium?”