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Prioridades socialistas

PS pede ao Governo para tentar impedir «megaprodução» em Olivença

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O deputado Saldanha Galamba perdeu (mais) uma boa oportunidade para estar calado

No Público

O deputado socialista João Galamba disse que os números põem em causa as afirmações do Governo quanto ao desvio da despesa na primeira metade de 2011. “Em contabilidade nacional, não há qualquer desvio da despesa. O único desvio, diz o INE, é nas receitas não fiscais – a Madeira, o BPN, etc.”, disse o socialista, acusando o Governo de, no orçamento rectificativo para 2011, ter procedido a uma “sobreorçamentação” da despesa de forma a “culpar” o Executivo de José Sócrates do tão falado “desvio colossal” nas contas públicas.

Morais Sarmento reagiu, dizendo que, no final do primeiro semestre de 2011, o défice atingiu cerca de 70% do total estimado para o total do ano. “Não há memória de isto ter acontecido noutro ano. Não é uma questão de sazonalidade”, garantiu.

Decidam-se

Ou as agências de notação são credíveis ou não são.

Sim, mas…

O acordo obtido na concertação social representa uma tremenda vitória táctica para o governo que coloca o PS numa situação extremamente desconfortável. Irá este aliar-se aos partidos e sindicatos comunistas e criticar o acordo? Por outro lado, permitirá colar um rótulo óbvio a greves e contestações. As que aí vêem que já não serão “gerais” mas sim da CGTP (leia-se PCP).

Quanto ao acordo propriamente dito, concordo com o João Miranda: “O governo perde a oportunidade de dar ao país um código laboral que potencie as virtudes da liberdade contratual. Em vez disso adiciona-se mais uma camada de medidinhas limitadoras da liberdade dos agentes económicos e da flexibilidade da economia. Compra-se as organizações patronais sem representatividade com subsídios e mantém-se um sistema burocratizado que chega ao pormenor de distinguir faltas próximo dos fins de semana das outras“.

A “habilidade” de Maria de Lurdes Rodrigues

“Tudo se Paga” de David Levy

Maria de Lurdes Rodrigues teve sempre a habilidade de ter com ela os dirigentes das escolas. (…) Esta habilidade consistiu num chorudo suplemento remuneratório atribuído aos directores e que fez com que muitos se comportassem como autênticos comissários políticos da ministra da Educação dentro das escolas.

Eles conseguem dizer estas coisas sem se desmancharem (2)

“O deputado socialista Fernando Medina considerou hoje de “enorme gravidade” as recentes decisões do Governo relativamente ao programa ‘Novas Oportunidades’, realçando que a “qualificação” é o investimento mais importante para que Portugal volte a crescer economicamente.”

comentário de Fernando Medina assenta em dois equívocos que o desqualificam fatalmente. Em primeiro lugar o fecho dos centros do NO a que se refere deve-se a motivos administrativos e não políticos.  Como esclarece o Público, ao não cumprimento do contrato estabelecido com os centros (cujos critérios foram definidos pelo governo socialista) ou à solicitação dos próprios promotores. Em segundo lugar, confundir o NO com algum tipo de qualificação profissional e esperar que isso seja motor do crescimento económico só pode ser qualificado como demência ou piada de mau gosto.

De resto, aguardo pela decisão política (que já tarde) de encerrar definitivamente aquela fraude organizada pelo governo PS a que se convencionou chamar “Novas Oportunidades”.

ADENDA:  No Tempo do Valter Lemos é Que Foi Subir no Desenvolvimento de David Levy

Uma boa forma de impedir a realização de reformas necessárias

Exigir consensos impossíveis.

Dois factos curiosos de uma biografia desinteressante

È interessante verificar como, na recente biografia de Mário Soares, é (mal) contado o caso do gangue de Macau e como foi apagada qualquer referência ao seu fiel Alfredo Barroso.

Relativamente ao caso de Macau (e não só) recomendo a leitura do misteriosamente desaparecido livro de Rui Mateus, “Contos Proibidos – Memórias de um PS desconhecido

Humor socialista (2)

O deputado Pedro Nuno Santos está bastante equívocado sobre quem detem, neste momento, o poder de lançar uma “bomba atómica” e quem deve com  as “pernas a tremer” perante essa eventualidade.
 
Pedro Nuno Santos, vice-presidente do grupo parlamentar do PS, defende que Portugal deve ameaçar com a bomba atómica da suspensão do pagamento da dívida para obter, em troca, melhores condições de ajustamento. Carlos Zorrinho considera palavras algo excessivas , mas concorda como o seu vice.
 
“Estou marimbando-me para os bancos alemães que nos emprestaram dinheiro nas condições em que nos emprestaram. Estou marimbando-me que nos chamem irresponsáveis. Nós temos uma bomba atómica que podemos usar na cara dos alemães e dos franceses. Ou os senhores se põem finos ou nós não pagamos a dívida” e se o fizermos “as pernas dos banqueiros alemães até tremem”.

Eles conseguem dizer estas coisas sem se desmancharem

No seguimento deste “estratégico” protesto temos esta “esforçada” fantasia de Ferro Rodrigues.

“[N]a generalidade, [ao anterior governo] estavam a correr bem, (…) o esforço feito em matéria de escola pública, de formação profissional e de certificação”