Tag Archives: Reino Unido

The Real Legacy of Margaret Thatcher, Britain’s Iron Lady

The Real ‘Iron Lady’ no Morning Bell (Heritage Institute)

(via Rui Carmo)

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Nunca percebi (2)

Vital Moreira, visivelmente agastado com a posição britânico no último conselho europeu:

“O Reino Unida nunca esteve whole-heartedly na intregração europeia. Já tinha ficado de fora do Euro, do espaço Schengen, da Europa social, da Carta de Direitos Fundamentais da União Europeia. Um pé dentro, o resto do corpo fora. Só lhe interessa o mercado interno, mesmo assim desde que não fira os seus interesses específicos, como no caso dos serviços financeiros. É tempo de dizer ao Reino Unido: devem decidir-se de uma vez por todas, não podem ter só o que querem. A UE não é um buffet, onde cada um escolhe o que quer.”

Importava-se de explicar porque razão a UE não pode ser (usado a sua metáfora) o tal “buffet”? E não é suposto um governo nacional defender em primeiro lugar os seus interesses específicos? Seria bom que se dignasse a  esclarecer estas questões.

Wishful thinking

Mais um passo em direcção à independência escocesa. Acham mal?

Party like it’s 1979

Ed Miliband

“Ed Fabius Miliband Maximus” de Fernando Gabriel (Gerontion)

[A] descrição de Ed Miliband como um representante do sindicalismo trabalhista não é coerente com o seu currículo político. É verdade que é um protegido de Tony Benn e de Neil Kinnock, o que lhe assegura impecáveis credenciais junto da ala sindical do partido. Por outro lado, é também um ex-aluno da LSE, o berçário intelectual da Fabian Society, onde, aliás, fez questão de apresentar a sua candidatura à liderança trabalhista. Além disso, na passagem pelo governo de Brown, Ed Miliband distinguiu-se pela defesa de um amplo programa de acção política a pretexto das “alterações climáticas”, um exemplo claro de racionalismo fabiano em acção. Isto significa que a caracterização de Ed Miliband com base na oposição dual entre sindicalistas e intelectuais é inconsistente: o novo líder trabalhista usou a sua “filiação” ideológica no movimento sindical para estabelecer uma base de apoio interna, mas conquistada a liderança partidária não é forçoso que prossiga uma agenda típica dos anos 70: tal como Harold Wilson, é possível que faça uma vénia circunstancial à extrema esquerda sindical, sem necessariamente comprometer o centro esquerda, vital para a elegibilidade nacional. Pode até combinar o estatismo que proporciona empregos à elite trabalhista nas organizações governamentais prestadoras de “serviços” que interessam sobretudo aos prestadores, com uma nova agenda de regulação de mercados que transfira poder negocial para os sindicatos. Daí que o alivio de alguns conservadores perante a eleição de Ed Miliband seja, no mínimo, prematuro. Quem programou a execução política do irmão David com a frieza e o método com que Ed o fez, será certamente um líder temível da oposição. Acresce que a coligação que apoia o governo de Cameron não é indestrutível e os tempos são propícios a demagogos: Ed Miliband pode muito bem provar a Blair, um dos mestres da demagogia, que está enganado.

All your money are belong to us (2)

Nick Clegg, the Deputy Prime Minister, has questioned the use of accountants to cut tax bills, suggesting it is “ethically wrong” for the wealthy to take advantage of legal loopholes to reduce their liabilities.

All your money are belong to us

The UK’s tax collection agency is putting forth a proposal that all employers send employee paychecks to the government, after which the government would deduct what it deems as the appropriate tax and pay the employees by bank transfer.